Crueldade e Choque: Presos suspeitos de matar cabeleireiro a pedradas em Novo Lino
Edvaldo Antônio, de 49 anos, foi assassinado com extrema violência após sair de boate com os agressores; perícia revela que crânio foi esmagado e houve tentativa de incendiar o corpo.
Novas e aterrorizantes informações surgem sobre a morte do cabeleireiro Edvaldo Antônio da Silva, de 49 anos, cujo corpo foi encontrado às margens da BR-101, em Novo Lino, no último domingo (8). Dois homens, de 27 e 28 anos, foram presos nesta quinta-feira (12) na cidade de Campestre, apontados como os autores de um crime que chocou o estado pela brutalidade.
Segundo o delegado Matheus Lima, responsável pelo caso, a vítima foi vista pela última vez saindo de uma boate na companhia dos dois suspeitos. O que deveria ser um momento de lazer terminou em uma sessão de tortura e morte.
A perícia realizada pela Polícia Científica de Alagoas detalhou o nível de crueldade empregado pelos criminosos. O perito José Cláudio revelou que Edvaldo estava despido quando foi brutalmente atacado:
Pedradas Fatais: O crânio da vítima foi atingido com tal força que a pedra utilizada — de grande porte — partiu-se em três pedaços.
Tentativa de Carbonização: Após a execução, os criminosos tentaram atear fogo no cadáver usando plásticos encontrados em um ponto de ônibus, resultando em queimaduras nas pernas da vítima.
Ocultação de Cadáver: O corpo foi arrastado, passado por baixo de uma cerca de arame e lançado em uma ribanceira para dificultar a localização.

Embora um dos presos tenha mencionado uma briga após a saída da boate, o delegado Matheus Lima afirma que a motivação real ainda não está clara. Edvaldo era uma pessoa muito querida, sem qualquer envolvimento com ilícitos, o que torna a violência do crime ainda mais injustificável. O laudo do IML confirmou que a causa da morte foi Traumatismo Cranioencefálico (TCE) por instrumento contundente.



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