Polícia Federal deflagra operações Logoff 12 e Janus para combater crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes
Ações cumpriram mandados de busca e apreensão para coibir divulgação de material de abuso sexual infantil e compartilhamento não autorizado de imagens íntimas por vingança.
Ações cumpriram mandados de busca e apreensão para coibir divulgação de material de abuso sexual infantil / Cortesia Por Redação / Portal Alagoas NTTV
22/10/2026 10h15 · Atualizado há alguns minutos
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (21), simultaneamente, as operações Logoff 12 e Janus, com o objetivo central de combater crimes praticados por meio da internet contra crianças e adolescentes. As ações policiais envolveram o cumprimento de mandados de busca e apreensão e focaram na coleta de provas digitais e na responsabilização dos autores.
Detalhes das operações
Operação Logoff 12: A investigação teve início a partir de uma cooperação técnica com a organização SaferNet Brasil. O inquérito apura a divulgação de material contendo cenas de abuso sexual infantil em um grupo de mensagens virtual.
Operação Janus: Focada na apuração da divulgação não autorizada de imagens íntimas de adolescentes. De acordo com o levantamento policial, o principal suspeito do caso teria compartilhado o conteúdo sensível por motivo de vingança contra três ex-companheiras.
As medidas judiciais visam assegurar a preservação de evidências digitais, interromper imediatamente a circulação dos materiais ilícitos na rede e identificar eventuais coautores ou participantes dos esquemas criminosos.
Alerta e Prevenção
Diante dos casos, a Polícia Federal reforçou a relevância da prevenção e fez um alerta direto a pais e responsáveis. A corporação orienta que haja um acompanhamento próximo do uso da internet e das redes sociais por crianças e adolescentes, atuando como barreira de proteção para reduzir riscos de aliciamento ou exposição.
Manter um diálogo aberto sobre segurança digital e incentivar que os menores comuniquem imediatamente qualquer abordagem ou situação suspeita são apontados como pilares fundamentais para salvaguardar potenciais vítimas.



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