Mãe é suspeita de agredir filha de 4 anos dentro de hospital em Palmeira dos Índios
Ocorrência foi registrada na tarde desta segunda-feira (26) no Hospital Regional; equipe médica acionou a Polícia Militar após flagrar puxões de cabelo e agressão com garrafa de água.
Policiais foram informados pelo médico plantonista de que a menor estaria sofrendo agressões físicas praticadas pela própria mãe/ Ilustração Por Redação / Portal Alagoas NTTV
27/10/2026 10h50 · Atualizado há instantes
Uma mulher é suspeita de agredir a própria filha, uma criança de aproximadamente quatro anos que se encontra internada no Hospital Regional de Palmeira dos Índios (também identificado como Hospital do Agreste — Juca Sampaio), no Agreste alagoano. O caso foi registrado na tarde da última segunda-feira (26), após acionamento das forças de segurança.
De acordo com as informações divulgadas pelo 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM), a guarnição RP 01 foi mobilizada por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para averiguar uma denúncia de maus-tratos no interior da unidade hospitalar. Ao chegarem ao local, os policiais foram informados pelo médico plantonista de que a menor estaria sofrendo agressões físicas praticadas pela própria mãe, que a acompanhava na internação.
Relato de agressões e abordagem policial
Conforme os depoimentos colhidos no hospital, a mulher teria puxado os cabelos da menina e, em outro momento, arremessado uma garrafa de água contra as pernas da vítima. Uma técnica de enfermagem acompanhou a guarnição e testemunhou os fatos relatados à equipe policial.
Diante da gravidade da denúncia, os policiais convidaram a suspeita a deixar a sala para uma conversa reservada. Durante a abordagem, o registro apontou que a mulher apresentou falas desconexas. Ela foi conduzida em seguida ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) de Palmeira dos Índios, onde foi apresentada à Polícia Civil para a formalização do auto de prisão em flagrante e demais procedimentos cabíveis.
Acompanhamento do Conselho Tutelar
O Conselho Tutelar foi acionado de imediato e compareceu à unidade de saúde para acompanhar o caso e prestar o suporte necessário à criança. O órgão ficou encarregado de estabelecer contato com familiares da vítima.
A menina continua internada no hospital sob cuidados médicos e, até o fechamento da ocorrência, não possuía previsão de alta. O caso seguirá sob rigorosa apuração das autoridades policiais e dos órgãos de proteção à infância.



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