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São Miguel dos Campos,03/11/2026

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Ameaças de bomba em série contra voos comerciais forçam desvios e fecham aeroporto na Polônia

Pelo menos cinco aeronaves foram afetadas em menos de 24 horas; aeroporto de Varsóvia-Modlin teve operações suspensas para inspeção de segurança após pouso de emergência de aeronave vinda de Londres.


Ameaças de bomba em série contra voos comerciais forçam desvios e fecham aeroporto na Polônia Pelo menos cinco aeronaves foram afetadas em menos de 24 horas; aeroporto de Varsóvia-Modlin teve operações suspensas para inspeção de segurança/ Getty Imagens

Por Redação / Portal Alagoas NTTV

03/11/2026 13h35 · Atualizado há instantes

Uma onda de sucessivos alertas e ameaças de bomba contra voos comerciais na Europa colocou autoridades em prontidão máxima nesta terça-feira (3). As ocorrências forçaram desvios de rota, pousos de emergência e culminaram no fechamento temporário do Aeroporto de Varsóvia-Modlin, na Polônia.

O incidente de maior impacto envolveu um voo da companhia aérea polonesa LOT, que havia decolado de Londres com 181 pessoas a bordo rumo a Varsóvia. Após a tripulação comunicar a ameaça aos controladores de tráfego aéreo, a aeronave foi desviada para o aeroporto de Modlin — terminal localizado a cerca de 36 quilômetros da capital polonesa e utilizado com frequência por voos de baixo custo.

Para que os esquadrões antibombas e equipes de emergência realizassem o desembarque em área isolada e a inspeção minuciosa da fuselagem e das bagagens, o aeroporto de Modlin teve suas operações imediatamente suspensas e os acessos bloqueados.

Aeronaves inspecionadas e série de ocorrências

Quase simultaneamente, outro alerta de segurança envolveu o voo SK751 da SAS, que fazia o trajeto entre Copenhague (Dinamarca) e Varsóvia. A aeronave aterrissou no Aeroporto Chopin, o principal da capital polonesa, onde os passageiros foram desembarcados em segurança e encaminhados para averiguações.

A sequência de episódios começou a ser registrada ainda na segunda-feira (2), quando uma aeronave da Wizz Air, que voava de Londres em direção ao Leste Europeu, precisou alternar a rota sob escolta de caças militares até pousar em segurança para vistoria.

Companhias como Ryanair, SAS, LOT e Wizz Air tiveram rotas monitoradas ou submetidas a protocolos rigorosos de contingência pelas forças aéreas e polícias de diferentes países do continente. Até o momento, as varreduras antibombas não encontraram nenhum artefato explosivo nos aviões inspecionados.

As agências de aviação civil e os serviços de inteligência europeus abriram investigação conjunta para rastrear a origem das mensagens e ligações de alerta, apurando se a onda de ameaças coordenadas partiu de autores isolados ou de ações cibernéticas destinadas a semear pânico e causar prejuízos à malha aérea internacional.




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