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São Miguel dos Campos,24/02/2026

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Duelo de Crises: CSA visita o Joinville pela Copa do Brasil em meio ao caos no clube catarinense

Oponente do Azulão acaba de ser rebaixado para a Série B do Catarinense e vive colapso administrativo com atrasos salariais e processo de impeachment da diretoria.

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Duelo de Crises: CSA visita o Joinville pela Copa do Brasil em meio ao caos no clube catarinense Serginho Braga é o terceiro técnico do Joinville em 2026. Ivanor Bento Júnior/Joinville EC
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O CSA entra em campo nesta terça-feira (24), às 19h, na Arena Joinville, pela segunda fase da Copa do Brasil, em um cenário onde o aspecto psicológico e extracampo pode pesar tanto quanto a bola rolando. Se o Azulão tenta se juntar após o rebaixamento à Série D e a eliminação precoce no Alagoano para o rival CRB, o seu adversário, o Joinville, atravessa um dos momentos mais sombrios de sua história.

O JEC, tradicional força do futebol de Santa Catarina, vive um verdadeiro "efeito dominó" de desastres em 2026.

O fato mais alarmante foi o rebaixamento do Joinville para a Série B do Campeonato Catarinense. Com apenas uma vitória no ano, o time não conseguiu reagir, mesmo com trocas constantes no comando técnico. Curiosamente, dois nomes conhecidos do futebol alagoano passaram pelo clube este ano:

Leandro Sena (ex-ASA): Durou apenas duas partidas;

Cristian de Sousa (ex-CSA): Também não conseguiu tirar o Tricolor da zona de degola.

Para piorar, o principal nome do elenco, Bruno Camilo, sofreu uma grave lesão e deve desfalcar a equipe por pelo menos oito meses.

Fora das quatro linhas, a situação é classificada como caótica. O clube convive com:

Dívidas com Funcionários: Atrasos no 13º salário, direitos de imagem e premiações;

Departamento Médico Lotado: Falta de estrutura e excesso de atletas lesionados;

Crise na Cúpula: A diretoria enfrenta um processo de impeachment. Em uma tentativa de conter os ânimos, o presidente Dartanhan de Oliveira pediu licença do cargo por 30 dias.

Apesar do cenário de terra arrasada, o Joinville se apega à cota financeira e à "imprevisibilidade do futebol" para tentar surpreender o CSA. Para o Azulão, a partida é a chance de respirar financeiramente e ganhar sobrevida na temporada, aproveitando a fragilidade extrema do oponente.

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