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São Miguel dos Campos,24/02/2026

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"Putin já iniciou a Terceira Guerra Mundial", afirma Zelensky às vésperas de o conflito completar 4 anos

Líder ucraniano diz que país é o "posto avançado" contra expansão russa; novas negociações de paz devem ocorrer em Genebra ainda esta semana.

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Zelensky diz que Putin já deu início à “Terceira Guerra Mundial”.
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Em um tom cada vez mais incisivo, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou nesta segunda-feira (23) que o conflito global já é uma realidade. Segundo o líder ucraniano, a invasão russa não é apenas uma disputa territorial, mas o marco inicial de uma Terceira Guerra Mundial deflagrada por Vladimir Putin.

“A questão agora é: quanto território ele conseguirá conquistar e como impedi-lo?”, questionou Zelensky, reiterando que a Ucrânia funciona como uma barreira física e ideológica que impede a imposição do modelo de mundo desejado por Moscou.

Apesar da retórica de guerra, os bastidores diplomáticos estão movimentados. Espera-se para esta semana uma nova rodada de negociações em Genebra, na Suíça. O chefe de gabinete ucraniano, Kirill Budanov, descreveu os contatos recentes com os russos como "profissionais e corteses", embora as divergências permaneçam profundas.

Encontros Anteriores: Nos dias 17 e 18 de fevereiro, rodadas trilaterais entre Ucrânia, Rússia e EUA foram classificadas como difíceis, porém objetivas.

O Entrave: Houve progressos em questões humanitárias e militares pontuais, mas a soberania territorial de Kiev sobre as áreas ocupadas (cerca de 20% do país) continua sendo o ponto de maior atrito para um cessar-fogo.

Pragmatismo: Zelensky rechaçou argumentos históricos usados pela Rússia para justificar a invasão, classificando-os como táticas para ganhar tempo. "Não preciso de merdas históricas para acabar com esta guerra e partir para a diplomacia", afirmou.

O conflito, que completa quatro anos nos próximos dias, entra em uma fase onde a Ucrânia sinaliza certa flexibilidade para discutir a paz nas atuais condições do campo de batalha, mas enfatiza que aceita compromissos, e não ultimatos que firam sua independência nacional.

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