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São Miguel dos Campos,06/03/2026

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PF identifica R$ 2,2 bilhões ocultos pelo banqueiro Daniel Vorcaro em conta do pai

Bloqueio foi determinado pelo ministro André Mendonça, do STF; investigadores apontam que controlador do Banco Master usou o próprio pai para esconder fortuna vinculada à empresa Reag.

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PF identifica R$ 2,2 bilhões ocultos pelo banqueiro Daniel Vorcaro em conta do pai Vorcaro teria ocultado mais de R$ 2 bilhões na conta do pai. Divulgação
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A Polícia Federal (PF) deu um novo e bilionário passo nas investigações da Operação Compliance Zero. Os investigadores identificaram a ocultação de exatamente R$ 2.245.235.850,24 pertencentes ao banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. O montante estava escondido em uma conta bancária registrada em nome de seu pai, Henrique Moura Vorcaro.

A descoberta e o subsequente bloqueio dos valores ocorreram no dia 14 de janeiro de 2026, por determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a decisão, os recursos bilionários estariam vinculados à empresa Reag.

O ministro André Mendonça destacou em seu despacho que a ocultação desse valor reforça os "indícios de reiteração delitiva". Para o magistrado, mesmo após ter sido colocado em liberdade (cerca de um mês antes do bloqueio), Vorcaro teria continuado a ocultar ativos em nome de terceiros.

As investigações apontam que o banqueiro não agia sozinho:

Operador Financeiro: Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro, é apontado como o responsável por estruturar as operações;

Grupo Interno: O documento cita a existência de um grupo intitulado “A Turma”, que auxiliaria nas manobras financeiras sob investigação.

Em nota oficial, a defesa de Daniel Vorcaro negou categoricamente todas as acusações. Os advogados afirmaram que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades e que colabora de forma transparente com as investigações. A nota reitera a confiança de que o esclarecimento dos fatos demonstrará a regularidade das condutas do banqueiro e o respeito ao devido processo legal.

A Operação Compliance Zero segue apurando crimes graves, como lavagem de dinheiro, corrupção, ameaças e invasão de dispositivos informáticos praticados pelo grupo ligado ao Banco Master.

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