Hospital detalha causa da morte de jovem que "acordou" no próprio velório
Caroline Costa, de 27 anos, sofria de insuficiência cardíaca grave; unidade de saúde confirma que óbito foi atestado após exame de eletrocardiograma e descarta erro médico.
Jovem acorda, tosse durante o próprio velório e deixa familiares assustados. Foto: Reprodução O Hospital Municipal da Japuíba quebrou o silêncio e detalhou o prontuário médico de Caroline Costa Nunes Pereira, a jovem de 27 anos que causou pânico ao supostamente "tossir e abrir os olhos" durante seu próprio velório na Capela Mortuária do Frade. Em nota oficial, a unidade de saúde rebateu as acusações de erro médico feitas pela família e explicou os fenômenos biológicos registrados no caixão.
De acordo com o hospital, Caroline faleceu às 16h30 do dia 12 de março de 2026. Ela estava internada com um quadro clínico crítico de insuficiência cardíaca associada a complicações infecciosas. A morte teria sido decorrente de uma arritmia cardíaca súbita que evoluiu para parada cardiorrespiratória, sem resposta às manobras de reanimação.
Explicação Científica
A direção do hospital foi enfática ao explicar o episódio que aterrorizou os presentes na cerimônia fúnebre:
Exame Definitivo: O óbito foi confirmado por meio de um eletrocardiograma, que atestou a ausência total de atividade elétrica no coração.
Reflexo Pós-Morte: O movimento e o ruído percebidos pela família são classificados na literatura médica como espasmos corporais ou reflexos pós-morte.
Causa: Tais manifestações ocorrem devido à atividade residual do sistema nervoso, que pode disparar impulsos musculares involuntários mesmo após a morte clínica confirmada.
Apesar das explicações técnicas, a família — representada por uma prima que divulgou áudios de indignação — mantém a convicção de que Caroline estava em coma. O caso, que ganhou repercussão nacional através do portal TN Online e da Banda B, segue sob análise e pode exigir perícias complementares caso a família decida judicializar a questão para investigar uma possível negligência.



COMENTÁRIOS