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São Miguel dos Campos,07/04/2026

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Subtenente pioneira da Polícia Militar é encontrada morta a tiros; marido com histórico de violência estava no local

Marlene de Brito Rodrigues foi uma das primeiras mulheres a se formar na PMMS; vizinhos relatam brigas constantes e comportamento agressivo do companheiro, que já tem passagem por homicídio.

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Subtenente pioneira da Polícia Militar é encontrada morta a tiros; marido com histórico de violência estava no local Vítima apresentava um ferimento causado por disparo de arma de fogo. Divulgação
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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga a morte da subtenente da Polícia Militar, Marlene de Brito Rodrigues, encontrada sem vida na tarde desta segunda-feira (6), em sua residência no Conjunto Habitacional Estrela d’Alva I. A militar apresentava uma marca de disparo de arma de fogo, e as circunstâncias do crime mobilizaram equipes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

Marlene era uma figura histórica na corporação, pertencente à primeira turma feminina formada pela Polícia Militar no estado. Sua morte causou profunda consternação entre colegas de farda e na vizinhança, onde era descrita como uma pessoa discreta e muito querida.

No momento em que as equipes policiais chegaram ao imóvel, o marido da subtenente estava no local. As autoridades confirmaram que ele possui um histórico criminal preocupante, com passagens por homicídio e violência doméstica contra uma ex-esposa.

Relatos de vizinhos colhidos pela perícia pintam um cenário de relacionamento abusivo e conturbado:

Gritos e Brigas: Moradores afirmaram ouvir discussões frequentes onde o marido gritava com a policial.

Isolamento: Amigas de Marlene relataram que ela se afastou do círculo social após o casamento.

Agressividade Recente: Vizinhos descreveram episódios de surtos do marido, que chegou a ser visto chutando o portão da residência dias antes da tragédia.

A área foi isolada pelo Batalhão de Choque e pela perícia técnica. A Polícia Civil trabalha agora para determinar se o disparo foi efetuado pelo companheiro ou se houve outra dinâmica, mas a principal linha de investigação é o feminicídio. Marlene deixa um legado de pioneirismo e uma lacuna na história das mulheres na segurança pública brasileira.

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