Casa do Autista de Maceió inicia atendimentos em maio; saiba como garantir a vaga
Unidade terá capacidade para 6 mil atendimentos mensais; processo de inscrição deve ser feito na Secretaria Municipal de Saúde, no Farol.
Secom Maceió A partir da primeira semana de maio, Maceió ganha um reforço histórico no atendimento a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A Casa do Autista, administrada pela organização social Maceió Saúde, entra em operação com a meta de realizar cerca de seis mil atendimentos mensais para pacientes de até 17 anos e 11 meses.
Neste mês de abril, a unidade está focada no treinamento das equipes e organização dos fluxos, mas já está de portas abertas para orientar as famílias. O espaço foi projetado para oferecer um cuidado integral, unindo terapias convencionais a atividades inovadoras, como musicoterapia e aquaterapia.
Como solicitar o atendimento?
Para ingressar na rede, os responsáveis não devem ir diretamente à Casa do Autista, mas sim seguir o fluxo de regulação da prefeitura:
- Documentação: Reunir RG, CPF, Cartão SUS, comprovante de residência e o encaminhamento médico da criança/adolescente, além dos documentos do responsável.
- Protocolo: Levar os documentos ao Setor de Protocolo da Secretaria Municipal de Saúde, na Avenida Fernandes Lima, 2335, Farol.
- Triagem: A prioridade será para quem já está na fila de espera da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência e não possui atendimento em outras unidades públicas ou conveniadas.
Estrutura de Ponta
A unidade conta com uma equipe multiprofissional completa: neuropediatras, psiquiatras infantis, psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. Um dos grandes diferenciais é a “Maceiozinha”, uma mini cidade projetada para simular situações do cotidiano e estimular a autonomia dos pequenos de forma lúdica.
A diretora-presidente do Maceió Saúde, Camila Porciuncula, reforça que o foco é a humanização. “A Casa do Autista nasce para enxergar cada criança em sua singularidade e acolher as famílias, especialmente as mães atípicas, que são fundamentais nesse processo”, destacou.



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