Delegado Igor Diego revela novos desdobramentos sobre o sequestro de jovem no Benedito Bentes
Delegado Igor Diego confirmou detalhes sobre a vida de Gleice Ferreira. Cinco homens encapuzados com a foto da vítima invadiram o imóvel no Residencial Caetés.
Gleice teve um irmão assassinado e foi forçada a abandonar sua antiga residência no Conjunto Planalto/ PC/ Arquivo Pessoal Por Portal Alagoas NTTV
02/10/2026 12h00 · Atualizado há alguns minutos
A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) revelou, em entrevista coletiva concedida pelo delegado Igor Diego no final da manhã desta sexta-feira (2), novos detalhes sobre o histórico recente da jovem Gleice Ferreira, de 22 anos, sequestrada na madrugada da última quarta-feira (30) no Residencial Caetés, localizado no Complexo Benedito Bentes, parte alta de Maceió.
Segundo as investigações, antes de ser levada pelos criminosos, Gleice teve um irmão assassinado e foi forçada a abandonar sua antiga residência no Conjunto Planalto devido a uma suposta disputa territorial travada por grupos criminosos na região.
Apesar de a invasão ter ocorrido por volta da 1h da quarta-feira, o Boletim de Ocorrência só foi registrado junto à Polícia Civil no final da tarde do mesmo dia. Conforme pontuou a polícia judiciária, o atraso no registro formal acabou retardando as primeiras diligências e o início imediato das buscas.
Alvo Direto e Depoimentos
O delegado Igor Diego informou que a equipe policial já colheu os depoimentos formais da tia, do pai e de uma amiga de Gleice que testemunhou a ação. As investigações confirmam que a jovem, que atua como auxiliar de cozinha, era o alvo direto do bando: os invasores portavam uma fotografia de Gleice no momento da abordagem.
O crime foi praticado por pelo menos cinco homens encapuzados que invadiram o imóvel onde a vítima estava acompanhada de sua mãe, da amiga e de seus filhos. Gleice foi agredida, arrastada pelas escadarias do prédio e colocada à força em um veículo.
Até o momento, não foram encontradas imagens de câmeras de segurança que registraram a fuga, mas as diligências prosseguem para identificar o veículo e os autores do crime. O paradeiro da jovem permanece desconhecido.
A Polícia Civil apela para que qualquer informação sobre a localização de Gleice Ferreira ou a identidade dos suspeitos seja repassada de forma sigilosa por meio do Disque-Denúncia (181).
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