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São Miguel dos Campos,12/10/2026

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Alagoano de 25 anos morre em combate na Guerra da Ucrânia; família pede ajuda para traslado do corpo

Fabrício era natural de Olivença e estava no país europeu desde 2025; mãe fez apelo emocionado nas redes sociais para conseguir sepultar o filho em Alagoas.


Alagoano de 25 anos morre em combate na Guerra da Ucrânia; família pede ajuda para traslado do corpo Alagoano teria caído em uma emboscada armada por soldados russos / Arquivo Familia

Por Portal Alagoas NTTV / NTSportTV

12/10/2026 09h22 · Atualizado há alguns minutos

O jovem alagoano Fabrício, de 25 anos, morreu no último sábado (10) durante um combate na guerra entre Rússia e Ucrânia. Natural do município de Olivença, no Sertão de Alagoas, o jovem atuava no conflito no leste europeu desde julho de 2025. A família agora se mobiliza e pede ajuda financeira e institucional para conseguir fazer o traslado do corpo de volta ao Brasil e realizar o sepultamento em sua terra natal.

Em um vídeo emocionante publicado nas redes sociais no domingo (11), a mãe de Fabrício, Waldynha Sonny Silva, confirmou a morte do filho e fez um apelo público às autoridades e à população.

Segundo relatos repassados por companheiros de farda aos familiares, o alagoano teria caído em uma emboscada armada por soldados russos em uma cidade localizada no sul do território ucraniano. Na ação, Fabrício foi atingido por uma mina terrestre e chegou a resistir aos ferimentos por algum tempo, mas acabou não sobrevivendo.

Treinamento Militar e Apelo da Família

Na gravação, Waldynha explicou que o filho havia passado por um treinamento militar na França antes de se integrar às forças na Ucrânia. Segundo ela, a ação em que ele acabou morto seria a sua última missão em campo de batalha antes de retornar definitivamente para Alagoas.



Sem recursos financeiros para custear os elevados valores do transporte internacional, a família busca orientação com os órgãos diplomáticos. A irmã do jovem chegou a acionar a Embaixada da Ucrânia, mas até o momento não obteve confirmação oficial sobre a viabilidade logística e burocrática de liberação do cadáver.

"Eu só queria meu filho, fazer um enterro digno para ele", desabafou a mãe no vídeo, colocando-se à disposição para comprovar a hipossuficiência financeira da família.

A família aguarda manifestação do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) para orientações sobre o suporte consular aos brasileiros mortos em zona de conflito armado internacional.




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