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São Miguel dos Campos,15/10/2026

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Paramédico nos EUA é condenado a 25 anos de prisão após contaminar comida e itens de colegas de trabalho para site adulto

Christopher Carroll, integrante do Corpo de Bombeiros de Baltimore, gravou dezenas de vídeos urinando e ejaculando em alimentos e utensílios de uso comum na base para lucrar em plataforma de fetiches.


Paramédico nos EUA é condenado a 25 anos de prisão após contaminar comida e itens de colegas de trabalho para site adulto O paramédico Christopher Carroll e a instalação dos bombeiros em Maryland (EUA) onde estava lotado/ Reprodução

Por Redação / Portal Alagoas NTTV

15/10/2026 11h02 · Atualizado há alguns minutos

Um paramédico de 36 anos, identificado como Christopher Carroll, foi sentenciado a 25 anos de prisão no estado de Maryland, nos Estados Unidos, após se filmar contaminando intencionalmente alimentos, bebidas e utensílios compartilhados por colegas de trabalho com urina e sêmen. Os registros eram posteriormente comercializados pelo profissional em uma plataforma de conteúdo adulto por assinatura.

Conforme noticiado pelo jornal local Baltimore Banner, Carroll integrava o grupamento de resposta rápida do Corpo de Bombeiros do Condado de Baltimore. A decisão judicial decorre de três acusações formais por induzir a ingestão involuntária de fluidos corporais por terceiros, das quais o réu já havia se declarado culpado perante a Justiça norte-americana em agosto.

Comercialização na internet e motivação

De acordo com os autos do processo, a prática criminosa teve início em setembro de 2025. Em depoimento às autoridades, o paramédico confessou que sua conduta era motivada pelo desejo de rentabilizar na internet e se tornar uma "espécie de astro pornô".

Carroll chegou a publicar pelo menos 64 gravações na plataforma JustForFans, voltada a fetiches, onde cobrava o valor de US$ 7 mensais de cada assinante para liberar o acesso aos vídeos, conforme apontou apuração da emissora norte-americana WBAL.

Contaminação de gelo, café e teclado de trabalho

Os relatórios anexados à apuração detalham episódios degradantes no interior da base operacional do Corpo de Bombeiros:

  • Máquina de gelo: Em uma das filmagens, o condenado urinou no reservatório de gelo do quartel, utilizou a pá do equipamento para misturar o líquido contaminado e higienizou o próprio corpo com o utensílio. Posteriormente, fez gestos comemorativos para a câmera. Ao menos dez funcionários consumiram o gelo sem conhecimento da adulteração. Na legenda da publicação, Carroll ironizou: "Vivem dizendo para não comer a neve amarela, mas eu só estou tentando fazer uma raspadinha".

  • Café e alimentação: O homem também ejaculou no interior de uma garrafa de creme lácteo para café, devolvendo o frasco à geladeira coletiva para o consumo dos companheiros de equipe, além de despejar secreções sobre refeições prontas na cozinha da unidade.

  • Mesa de supervisora: Conforme apontou a acusação, o paramédico ainda ejaculou sobre o teclado do computador de sua superiora imediata, exatamente ao lado do espaço utilizado por ela para o preparo diário do café da manhã e almoço.

Após a formalização das denúncias e o avanço da instrução probatória em tribunal, a Justiça de Maryland determinou o cumprimento da pena em regime fechado, afastando em definitivo o profissional das funções de socorrismo.




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