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São Miguel dos Campos,24/02/2026

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No aniversário de 4 anos da guerra, Putin ameaça: "Se esforçarão ao extremo e depois se arrependerão"

Presidente russo destaca poderio nuclear e afirma que derrota estratégica da Rússia é "impossível"; discurso ocorre em meio a impasses territoriais e novas tensões com o Ocidente.

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No aniversário de 4 anos da guerra, Putin ameaça: Vladimir Putin. Kremlin
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Exatamente quatro anos após ordenar a invasão da Ucrânia, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, subiu o tom contra as nações ocidentais e aliados de Kiev. Em discurso realizado nesta terça-feira (24) perante o Serviço Federal de Segurança (FSB), Putin reafirmou que qualquer tentativa de infligir uma "derrota estratégica" ao seu país está fadada ao fracasso.

O líder do Kremlin utilizou o aniversário do conflito para exibir o poderio militar russo e enviar um recado direto: "Eles vão se esforçar ao extremo e depois se arrependerão", disparou, fazendo clara alusão às capacidades nucleares da nação.

Da Promessa de 10 Dias ao Impasse de 4 Anos

A fala de Putin ocorre em um momento de simbolismo e desgaste. Em 24 de fevereiro de 2022, quando os tanques russos cruzaram a fronteira, a expectativa de Moscou — segundo institutos de inteligência como o RUSI — era de que a Ucrânia fosse dominada em apenas 10 dias.

No entanto, quatro anos depois, o cenário é de um impasse prolongado:

Controle Territorial: A Rússia ocupa atualmente cerca de 20% do território ucraniano;

Resistência: Kiev mantém o combate e a defesa de sua soberania graças ao fluxo contínuo de apoio financeiro e militar do Ocidente;

Novas Tensões: O discurso de hoje foi impulsionado por suspeitas do Serviço de Inteligência Externa (SVR) de que tecnologias de armas nucleares poderiam ser transferidas para as mãos de Kiev, o que a Rússia considera uma linha vermelha intransponível.

Foco na Segurança Interna

Ao discursar para o FSB (agência sucessora da KGB), Putin reforçou a necessidade de vigilância total contra o que chama de "tentativas desesperadas" de desestabilização. Para o presidente russo, a impossibilidade de vitória dos adversários no campo de batalha levará a Rússia a um patamar de força ainda maior, apesar das sanções internacionais que pesam sobre sua economia.

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