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São Miguel dos Campos,14/03/2026

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Briga entre estudantes em escola estadual de Maceió mobiliza Seduc; uma das alunas foi transferida

Vídeo flagrou agressões físicas na Escola Estadual Margarez Lacet, no bairro Santa Amélia; Secretaria emitiu nota de "tolerância zero" e convocou famílias para medidas disciplinares.

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Briga entre estudantes em escola estadual de Maceió mobiliza Seduc; uma das alunas foi transferida Vídeo flagrou agressões físicas na Escola Estadual Margarez Lacet. Reprodução
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Um crime bárbaro e revoltante foi revelado nesta quarta-feira (11) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Um fonoaudiólogo de 34 anos foi preso pela Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 21ª DP, em Taguatinga Sul, sob a acusação de estuprar uma criança de apenas 4 anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e na condição de não verbal.

O crime teria ocorrido em dezembro de 2025, dentro de uma clínica especializada no atendimento a crianças com autismo. A operação policial também cumpriu mandados de busca e apreensão na residência e no local de trabalho do investigado.

A denúncia surgiu após a mãe da criança perceber um comportamento incomum ao final de uma sessão. A menina deixou o consultório em um estado de "crise", com um choro intenso e persistente que chamou a atenção da genitora.

A Descoberta: Ao realizar a troca de fraldas logo após sair da clínica, a mãe encontrou um fio de cabelo que não pertencia à criança. Além disso, a menina tocava as próprias partes íntimas repetidamente enquanto chorava, sinalizando o abuso.

Exames de DNA: A perícia da PCDF analisou as vestimentas da criança e confirmou a presença de espermatozoides e diversos pontos de material genético.

O fonoaudiólogo foi preso em sua casa. No local, a polícia apreendeu computadores, celulares e materiais biológicos que serão utilizados para o confronto genético definitivo com o material encontrado na vítima.

O caso serve como um alerta gravíssimo para pais e responsáveis sobre a segurança de crianças em ambientes terapêuticos, especialmente aquelas com dificuldades de comunicação. O profissional responderá pelo crime de estupro de vulnerável.


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