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São Miguel dos Campos,07/04/2026

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Assassino de subtenente da PM tem 20 passagens pela polícia e já agrediu ex com banco de madeira

Gilberto Jarson, de 50 anos, foi preso em flagrante com as mãos ensanguentadas; histórico revela um agressor em série que já havia espancado ex-mulher com filho no colo.

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Assassino de subtenente da PM tem 20 passagens pela polícia e já agrediu ex com banco de madeira Namorado que matou subtenente da PM tinha mais de 20 passagens pela polícia. Reprodução
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Novos detalhes sobre o perfil de Gilberto Jarson, preso pelo feminicídio da subtenente Marlene de Brito Rodrigues, revelam que a tragédia deste início de semana era um crime anunciado. O homem, que tentou sustentar a tese de suicídio da vítima, possui uma ficha criminal extensa com 20 passagens pela polícia, sendo quatro delas por violência doméstica e uma por associação criminosa.

O histórico de Gilberto é marcado por crueldade. Em 2016, uma ex-companheira relatou que foi espancada por ele com socos e golpes de um banco de madeira na cabeça, mesmo enquanto carregava o filho de 4 anos no colo. Na ocasião, o agressor só parou quando viu o sangramento da vítima, ameaçando matá-la "de qualquer jeito".

O Flagrante: Mãos Ensanguentadas e Versões Contraditórias

O depoimento do vizinho de Marlene, que é policial militar, foi crucial para a prisão em flagrante. Ao ouvir o disparo, o militar pulou o muro da residência e encontrou Gilberto com as mãos ensanguentadas e um revólver na mão direita.

Mesmo com a esposa agonizando no chão, o agressor demorou a abrir o portão e foi flagrado ao telefone. A perícia identificou que, antes de pedir socorro, Gilberto ligou para o seu advogado para tentar montar uma estratégia de defesa.

A Tese de Suicídio

Aos policiais, Gilberto deu versões conflitantes:

Afirmou que não houve briga no dia do crime;

Alegou possuir "provas" de que Marlene pretendia tirar a própria vida;

Tentou justificar o sangue nas mãos como uma tentativa de socorro.

No entanto, vizinhos desmentiram o suspeito, afirmando que as brigas eram frequentes e que Marlene já havia sido ouvida gritando por socorro em datas anteriores. A subtenente, que foi pioneira na PMMS, morreu antes da chegada das equipes de resgate (192 e 193).

Investigação

O caso segue sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). A arma utilizada no crime foi apreendida e passará por perícia para confrontar a versão de Gilberto com os vestígios encontrados na cena do crime.

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