Chance de rebaixamento do Corinthians salta para 35,9% após sétima derrota consecutiva; confira as probabilidades do Z-4
Levantamento da UFMG aponta disparada no risco de queda do Timão após revés por 2 a 1 para o Internacional no Beira-Rio; Colorado, Grêmio, Remo e Chapecoense lideram chances de descenso.
Faltando apenas nove rodadas para o término do campeonato, o Corinthians é o primeiro clube fora da zona de rebaixamento/ Agência Corinthians Por Portal Alagoas NTTV / NTSportTV
08/10/2026 10h55 · Atualizado há alguns minutos
A crise do Corinthians na Série A do Campeonato Brasileiro de 2026 ganhou novos contornos dramáticos após a derrota por 2 a 1 para o Internacional, na noite desta quarta-feira (7), no Beira-Rio. Com o resultado negativo — a sétima derrota seguida da equipe na competição —, o risco de rebaixamento do Timão sofreu um salto expressivo.
De acordo com o levantamento atualizado do Departamento de Matemática e Estatística da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a probabilidade de o Corinthians ser rebaixado para a Série B subiu para 35,9%. Antes da abertura da 29ª rodada, o risco calculado para a equipe paulista era de 21,4%.
Faltando apenas nove rodadas para o término do campeonato, o Corinthians é o primeiro clube fora da zona de rebaixamento, ocupando a 16ª colocação com 32 pontos somados.
Panorama da Luta Contra a Queda
Apesar da vitória sobre o Corinthians na estreia do técnico Eduardo Baptista, o Internacional segue abrindo o Z-4, na 17ª posição, com 31 pontos, mantendo 51,7% de probabilidade de queda (índice que reduziu em relação aos 69,1% anteriores).
Em situação ainda mais delicada na parte inferior da tabela aparecem o Grêmio, com 64,4% de risco, o Remo, com 96,9%, e a lanterna Chapecoense, cujas chances de rebaixamento atingiram 99,8%.
Ranking das Chances de Rebaixamento (UFMG)
Chapecoense: 99,8% (era 99,2%)
Remo: 96,9% (era 94,6%)
Grêmio: 64,4% (era 57,6%)
Internacional: 51,7% (era 69,1%)
Corinthians: 35,9% (era 21,4%)
Mirassol: 20,1% (era 17,8%)
Botafogo: 8,4% (era 4,1%)
Vasco: 8,1% (era 18,4%)
Vitória: 5,7% (era 13,1%)
São Paulo: 5,1% (era 1,6%)
Red Bull Bragantino: 2,8% (era 1,7%)



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