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São Miguel dos Campos,04/02/2026

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Empresa de ônibus se defende após tragédia com 16 mortos: "Veículo estava apto para a viagem"

Advogados da Preto Tur afirmam que manutenção e documentação do motorista estavam em dia; empresa ignora nota da ANTT que classificou transporte como clandestino e irregular.

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Empresa de ônibus se defende após tragédia com 16 mortos: Advogados da Preto Tur afirmam que manutenção e documentação do motorista estavam em dia. Reprodução/Vídeo
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A empresa Preto Tur, proprietária do ônibus envolvido no trágico acidente que vitimou 16 pessoas em São José da Tapera, quebrou o silêncio nesta quarta-feira (4). Em vídeo divulgado nas redes sociais, a defesa da empresa rebateu as acusações de precariedade do veículo e afirmou que o ônibus, de placa JJB3D75, estava em perfeitas condições de uso.

O advogado Francisco André assegurou que a manutenção de itens essenciais como pneus e freios estava em dia e que a lotação respeitava o limite permitido. Além disso, garantiu que o motorista — que segue internado em estado grave — possuía habilitação válida e experiência no trecho entre Alagoas e Ceará.

O Silêncio sobre a Clandestinidade

Apesar das garantias de manutenção, a defesa da Preto Tur não comentou os dados técnicos apresentados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). No dia do acidente, o órgão federal emitiu uma nota contundente afirmando que o veículo:

  • Não possui habilitação na agência;
  • Não possui Certificado de Segurança Veicular (CSV);
  • Não possui seguro de responsabilidade civil vigente;
  • Não possuía Licença de Viagem (LV) para o deslocamento.

Para a ANTT, o transporte era clandestino e irregular. Essa informação corrobora com a fala do delegado Antônio Carlos Lessa, que também apontou a irregularidade da empresa durante coletiva de imprensa.

O advogado Kelvyn Fidelis afirmou que a empresa aguarda o laudo pericial para entender a dinâmica do acidente e que a Preto Tur está à disposição das autoridades. A Polícia Civil de Alagoas já confirmou que irá intimar os responsáveis pela empresa e quem autorizou a contratação do serviço irregular para prestar depoimento.


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