Justiça mantém prisão de policial penal acusado de matar empresária alagoana em hotel
Tiago Sóstenes recebeu alta hospitalar nesta quarta (25) e foi transferido para o Presídio Militar; crime contra Flávia Barros ocorreu no último domingo (22), na Orla de Atalaia.
Foto: Reprodução/Redes Sociais O Poder Judiciário de Sergipe decidiu manter a prisão preventiva do policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, principal suspeito do feminicídio da empresária e estudante de Direito alagoana Flávia Barros, de 38 anos. A decisão foi proferida durante audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (26).
Tiago, que até o início da semana ocupava o cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso (BA), estava internado no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) após tentar tirar a própria vida logo após o crime. Ele recebeu alta médica na quarta-feira (25) e foi imediatamente encaminhado para o Presídio Militar de Sergipe, onde permanecerá à disposição da Justiça.
O Local: O casal estava hospedado em um hotel na Orla de Atalaia, em Aracaju, quando Flávia foi morta a tiros dentro do quarto, no último domingo (22).
A Arma: A arma de fogo utilizada no crime foi apreendida pela Polícia Civil de Sergipe no local da ocorrência.
Exoneração: Devido à gravidade dos fatos, Tiago foi oficialmente exonerado da direção da unidade prisional baiana. A publicação consta no Diário Oficial do Estado da Bahia desta terça-feira (24).
Flávia Barros era uma empresária conhecida em Alagoas e estava em fase de conclusão do curso de Direito. O corpo da vítima foi transladado para Alagoas sob forte clima de comoção. Familiares e amigos cobram celeridade no processo e a condenação máxima para o acusado.
As investigações seguem em andamento pela Polícia Civil de Sergipe para concluir o inquérito e detalhar a motivação do crime.



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