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São Miguel dos Campos,02/04/2026

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Irã ameaça atacar Google, Microsoft e outras 16 gigantes americanas a partir desta quarta (1º)

Guarda Revolucionária afirma que unidades de tecnologia, energia e finanças são "alvos legítimos" em retaliação a ataques dos EUA e Israel; funcionários foram orientados a deixar prédios.

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Irã ameaça atacar Google, Microsoft e outras 16 gigantes americanas a partir desta quarta (1º) Stringer/Anadolu via Getty Images
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Em uma declaração que eleva a tensão global a níveis críticos, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou, nesta terça-feira (31), que pretende iniciar ataques contra 18 empresas norte-americanas que operam no Oriente Médio. Segundo o comunicado oficial divulgado pela mídia estatal iraniana, as ofensivas estão programadas para começar às 20h desta quarta-feira (1º de abril), no horário de Teerã.

O governo iraniano apresenta a medida como uma resposta direta a recentes ataques sofridos em seu território, atribuídos aos Estados Unidos e a Israel. Segundo o Irã, as empresas de Tecnologia da Informação e Inteligência Artificial (IA) são os "principais elementos no planejamento" de operações contra o país.

Lista de Alvos

A lista inclui algumas das maiores corporações do mundo, abrangendo setores estratégicos como tecnologia, defesa, finanças e energia:

  • Big Techs: Apple, Google (Alphabet), Meta, Microsoft.
  • Indústria e Defesa: Boeing, General Electric, Tesla.
  • Semicondutores e Software: Intel, Nvidia, Nvidia, Oracle, Cisco, HP, Dell, IBM.
  • Finanças e Outras: JPMorgan Chase, G42, Spire Solutions, Palantir (citada como Plantier).

O comunicado da Guarda Revolucionária foi explícito ao ordenar que os funcionários dessas companhias deixem imediatamente seus postos de trabalho para "salvar suas vidas". Além disso, o regime iraniano emitiu um alerta para que civis que residem em um raio de até um quilômetro das unidades dessas empresas se afastem de suas casas.

"De agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos", diz trecho do comunicado, referindo-se às empresas americanas.

O anúncio causou impacto imediato nas bolsas de valores e colocou agências de inteligência ocidentais em alerta. Especialistas em segurança internacional discutem se os ataques seriam físicos (mísseis e drones) ou cibernéticos, dada a natureza das empresas citadas. Até o momento, a Casa Branca não emitiu um posicionamento oficial sobre as ameaças específicas a cada companhia.

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